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Confira algumas dicas para recuperar áreas com solo degradado.

De forma geral áreas degradadas são aquelas que, após algum tipo de distúrbio, tem seus meios de regeneração eliminados. Isso pode ser fruto de mineração, uso intensivo do solo para fins agropecuários, queimadas consecutivas ou desmatamento. A recuperação dessas áreas tem por objetivo oferecer ao meio ambiente condições para que ele se recupere da degradação sofrida. Os métodos para se recuperar áreas degradadas variam conforme a natureza da degradação.

AGRICULTURA-Produtores do Amazonas conhecem sistema ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta).

“É possível produzir alimentos no Amazonas sem derrubar mais uma árvore sequer, apenas utilizando áreas como as de pastagens degradadas. O sistema ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta) gera renda ao produtor com sustentabilidade ambiental“. A frase, dita pelo pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Jasiel Nunes, define bem como foi o Dia de Campo Recuperação de Pastagens pelo Sistema ILPF, que aconteceu na quinta-feira (12/02), em Autazes, município do interior do Amazonas que tem tradição na produção pecuária.

ECOLOGIA-Quase tudo a respeito da garrafinha de plástico.

Garrafas de plástico são um grande problema ambiental. Elas são feitas do petróleo, que é uma fonte não renovável, requerem energia para sua produção e distribuição, e acabam contaminando o meio ambiente devido ao fato de grande parte delas não ser direcionada à reciclagem. Ou seja, o destino final acaba sendo lixões, aterros e mares, com péssimas consequências ambientais.

ECOLOGIA-Belo Monte vai engolir muito mais que palafitas em Altamira.

Moradores e comerciantes de região central da cidade ainda não têm ideia quanto receberão por suas casas e estabelecimentos, muito distantes das palafitas que simbolizam os atingidos nas propagandas da Norte Energia. “Até final de fevereiro todas as casas dessa rua serão demolidas”, sentencia o engenheiro Marcelo Silva, ostentando no peito o crachá do Consórcio Norte Energia. Cercado de moradores indignados, Silva, acuado, aponta nervoso rua acima e abaixo a Sete de Setembro, localizada na Área Açaizal, bairro Centro, Altamira, PA.

ECOLOGIA-O mar não está pra peixe.

Os transtornos climatológicos e os desastres ambientais acabam de produzir mais uma péssima notícia: os oceanos encaminham-se rapidamente para a extinção em massa de grande parte da vida marinha. O alarme chegou esta semana com a credencial incontestável da revista Science, com base em pesquisa pilotada por Douglas J. McCauley, ecologista ligado à Universidade da Califórnia em Santa Bárbara.

Agroecologia, a bola da vez.

2014 foi um bom ano para a agricultura ecológica. Também conhecida como agroecologia, esse tipo de produção, que protege e promove a biodiversidade na terra, está ganhando reconhecimento ao passo que produtores se esforçam para se adaptarem às mudanças climáticas e o ultrapassado modelo baseado em agrotóxicos e transgênicos é cada vez mais questionado.