
Biofertilizante Super Magro
Super Magro é um biofertilizante criado pelo engº agrº e florestal Sebastião Pinheiro, para superação das dificuldades dos agricultores da passagem da prática convencional para ...
Neste texto, em nosso ponto de vista, é mostrado como podemos nos aproximar da Vida, da Natureza, de várias formas. Aqui é no sentido de se conhecer mais como um sistema esplendoroso e não nós como invasores que pretendem dominar para espoliar. Que bela matéria que nos apresenta a dinâmica das forças vitais, integradas e interativas.

Super Magro é um biofertilizante criado pelo engº agrº e florestal Sebastião Pinheiro, para superação das dificuldades dos agricultores da passagem da prática convencional para ...

Milênios de cultura nutriram uma relação de sintonia entre ser humano e natureza. É do que mais necessitamos, em meio à crise civilizatória. Mas é ...
Retomamos! Resolvermos retornar ao nosso antigo sistema de compartilhar nossas informações.
É impressionante como os 'representantes' do povo, em nosso congresso, jamais representam verdadeiramente o povo! Estão ali somente para defenderem interesses imediatistas e absurdos e nunca a defesa da Vida em toda sua extensão. Parecem, ao vociferarem, uns ogros que, numa matilha, sedentos e esfomeados, só querem se fartar no mísero butim que os verdadeiros interessados, economicamente, lhes jogam para saciarem suas sanhas. E o mais triste é que somos nós, os eleitores, que colocamos esses seres a nos representarem e defenderem exatamente destes mesmos interesses mesquinhos e supremacistas antropocêntricos que devoram, insaciavelmente, como fantasmas famintos, todas as vísceras da Terra.
A única coisa que queremos, como cidadãos brasileiros e do mundo, é que todos ouçam a voz da experiência e de quem sabe o que diz e que vem, há anos, batendo na mesma tecla. No entanto, os congressistas parecem ser mais sábios e inteligentes do que esses nossos nobres conterrâneos, somente porque têm um poder que os comuns não têm: o de 'criar' leis e normas estúpidas que nos obrigarão a viver e conviver com a destruição não só deles, o tacanhos, mas de todos os habitantes do país e mesmo do planeta!
Novamente o triste legado de uma parte da nossa sociedade e das Forças Armadas. É a parte que ignora onde está e com que ecossistemas vivemos. Simplesmente continuam desconhecendo de que as chamadas 'terras devolutas' são são 'terra sem gente', como disse o ditador Médici quando invadiu como os Impérios Coloniais, Espanha e Portugal, no século XVI, as regiões do Norte. Agora se vê mais uma estúpida visão de mundo elitista, devastadora e supremacista além de antropocentrista. Triste que essa 'gente' já morreu, mas a morte ambiental e humana está aqui e agora, expressada na miséria das favelas e dos povos que vivem nos espaços invadidos e degradados.
Essa é uma realidade consequente. Os povos originários são 'originários' desses espaços e por isso sabem o quê e quanto de sagrado tem cada pedaço. Nada é 'mercadoria/commodity' como para os brancos supremacistas e antropocentristas. O originários vivem, no âmago, tanto o paradigma de cada um ser um Ser Coletivo e tudo é parte intrínseca de sua existência, daí serem 'ecologistas' instintivos. Tem visceralmente o 'logos=conhecimento' por ser sua 'oikos=casa'.
A estupidez continua dominando os supremacistas brancos mesmo naquelas áreas como na Floresta -Mata- Atlântica, desde os primeiros sinais das invasões no século XVI. Ainda somos os mesmos portugueses, ou melhor, 'brasileiros' que vinham extirpar o Pau Brasil, daí termos o nome de alguém que exerce uma função como sapateiro ou padeiro. Nunca os nascidos, os que têm uma denominação gentílica como todos os outros habitantes do planeta. Entende-se agora o porquê continuamos a ser os mesmos 'brasileiros' de séculos atrás?
Que maravilha que, pelo menos partes da sociedade, está reconhecendo que muito além do dinheiro está a Vida. Mas não a vida humana como se fosse única. O que se está constatando e com amor e inclusão, é que só teremos vida humana saudável se todas as vidas tiverem condições de viverem saudáveis. Só assim poderá haver uma relação de reciprocidade de que a saúde de uns é que traz a saúde para todos. Sim, definitivamente, essas comunidades humanas se identificam com a visão de mundo de que somos todos Seres Coletivos e que se essa coletividade não estiver harmônica e íntegra, não haverá individualidades saudáveis.
Aqui está mesmo que brevemente, o quanto é estúpida e suicida a proposta do 'ogronegócio/agronecrócio' exatamente porque ignora que é a riqueza da vida que torna um solo fértil e não sua análise de seus elementos químicos. E se o tal do 'ogronegócio/agronecrócio' aparenta estar tão 'produtivo' é porque está vivendo de toda a maravilhosa contribuição que a floresta e sua biodiversidade deu até sua devastação. E é por isso que já temos alguns milhares de hectares no Brasil que estão sendo considerados 'degradados'. Mas como não se cobra destes insanos que degradaram esses solos e agora os abandonam para devastarem outros? Como o país aceita ficar com esse legado da destruição e continua permitindo que esses devastadores permaneçam destruindo nossas riquezas como nosso solo?
Que maravilha! Este é o Brasil que nós, de nosso website, sonhamos. Mostra-se aqui que há a verdadeira agricultura onde se produz cultura no campo. Diferente de outros processos agrícolas que se desconhece a terra onde se está e se impõe com violência à vida da terra e a todo o ecossistema, uma forma de produzir que precisa de processos estranhos, venenosos e degradantes. E ainda mais, aqui se reconhece quem vive no local e se valoriza aqueles que sabem onde estão e o que a terra pode lhes retribuir com o amor com que lidam com todas as formas de vida. Lastimamos que os que têm o poder político e social de nosso país, não vejam e honrem esta brava e honorável gente de nosso país!
Um texto intrigante e que sensibiliza quem já está aberto para outras percepções que vão além da separatividade e da tecnocracia. Abre outras visões sobre os nossos parceiros que coabitam conosco, os humanos, o planeta Terra. Quem se dá a oportunidade de acolher outras visões de mundo e for receptivo e aberto a outras sensibilidades, este texto terá muito a agregar.