Belo Monte será tema de debate no Parlamento Europeu.
No próximo dia 14 de novembro acontece em Bruxelas, Bélgica, a Conferência “A mega-usina de Belo Monte: Amazônia à venda?”, organizada pela bancada verde do Parlamento Europeu, que em julho […]
No próximo dia 14 de novembro acontece em Bruxelas, Bélgica, a Conferência “A mega-usina de Belo Monte: Amazônia à venda?”, organizada pela bancada verde do Parlamento Europeu, que em julho […]
Peter Brabeck-Letmathe, um empresário austríaco que desde 2005 exerce o cargo de presidente do grupo Nestlé, considera que se deveria privatizar o fornecimento da água para que, como sociedade tomássemos consciência de sua importância e acabássemos com o descalabro que se produz nos dias de hoje.
A campanha contra a financeirização e mercantilização da natureza empreendida por centenas de Ongs, movimentos sociais, redes, coletivos e associações de todo o mundo, tem origem nas sucessivas crises do capitalismo pós-moderno enraizado no modelo neoliberal. Neo, significa novo; liberal, liberar. O neoliberalismo defende o livre mercado sem a mão pesada das políticas de comando e de controle dos governos nacionais e internacionais ou de regras que promovam o “travamento” dos mercados financeiros.
A Procuradoria Regional da República da 1ª Região (PRR1), órgão do MPF, enviou na última quinta-feira, 7, ofício ao procurador-geral da República solicitando o ajuizamento de Reclamação no Supremo Tribunal Federal contra decisão do presidente do TRF 1ª Região que autorizou a retomada das obras da Usina de Belo Monte. Segundo o MPF, a decisão do desembargador Mário César Ribeiro é nula.
Para proteger os lucros ameaçados pela ação judicial sobre o seu controvertido herbicida atrazina, a Syngenta Crop Protection iniciou uma campanha agressiva com milhões de dólares que inclui a contratação de agência de detetives para investigar cientistas de uma comissão federal de consultores e especialistas, além de vasculhar a vida pessoal e montar um perfil psicológico do cientista mais crítico da atrazina. A transnacional suíça de agrotóxicos também rotineiramente paga “aliados terceirizados” para parecerem ser apoiadores independentes à atrazina, além de manter uma lista de 130 pessoas que pode convocar como especialistas sem revelarem os vínculos que as une à transnacional.
Em Goiás, um patrimônio ambiental está ameaçado. O cultivo da soja abriu uma cratera no meio do Parque Estadual Terra Ronca. A área verde, de mata quase intacta, é imensa: […]
O governo brasileiro está perto de repassar para empresas estrangeiras uma das mais importantes descobertas no setor energético das últimas décadas. O campo de Libra, na camada pré-sal, bacia de Santos, é simplesmente a maior reserva de petróleo confirmada no Brasil. Possui entre oito e 12 bilhões de barris de óleo. Há quem estipule um rendimento de até 15 bilhões, o que superaria o volume de reservas já provadas em toda a história do país.
O Equador é atualmente o lugar daquilo que os especialistas reconhecem como o pior desastre petroleiro do mundo, agora chamado de “Chernobyl da Amazônia”, devido a uma contaminação desastrosa deixada pela transnacional Texaco (agora Chevron).
Na última sexta-feira, dia 4, aproximadamente 700 ameaçados pelas barragens de Garabi e Panambi do Brasil e da Argentina participaram de uma grande reunião com o representante da Eletrobrás, Valter Cardeal, e com o Grupo de Trabalho criado pelo governo do estado do Rio Grande do Sul para discutirem sobre os projetos das duas barragens, previstas para o trecho internacional do rio Uruguai, entre o Brasil e a Argentina. A reunião, que aconteceu na cidade gaúcha de Santa Rosa, também reuniu famílias ameaçadas pela UHE de Itapiranga.
"Nós Mulheres Brasileiras, cidadãs comprometidas com a soberania do Brasil, com um país próspero e com o presente e futuro de nosso povo e da nossa juventude, vimos nos manifestar pela suspensão imediata do leilão do campo de Libra, do pré-sal, marcado para 21 de outubro!", afirmam mulheres representando vários movimentos em manifesto publicado no dia 08-10-2013.