
Chanerin / Shutterstock
19 fev 2026
[Nota do Website: Informações dramáticas porque tudo o que ocorre com o embrião/feto, é definitivo. Todas a agressões que sofrer enquanto estiver em formação serão indeléveis e para sempre, não havendo possibilidade de qualquer mudança ou ‘cura’, depois do nascimento. O crime é tão insidioso porque se está fazendo isso sobre um ser total e completamente indefeso! E as mães, e pais, não têm noção alguma onde e quando estariam prejudicando seus descendentes, para sempre!].
Uma nova pesquisa sobre o sangue do cordão umbilical revela um número alarmante de PFAS.
Desde a invenção do teflon em 1938, o uso de substâncias per e polifluoroalquiladas (PFAS/’forever chemicals‘) explodiu, deixando os pesquisadores que estudam as consequências lutando para acompanhar o ritmo. Hoje, esses “químicos eternos”, assim chamados por sua persistência obstinada tanto no meio ambiente quanto em nossos corpos, são encontrados em telas de smartphones, calças de ioga, móveis, tintas e muito mais.
Agora, uma nova pesquisa publicada na revista Environmental Science & Technology mostra que os bebês foram expostos a mais substâncias químicas persistentes do que se pensava anteriormente.
Ao estudar o sangue do cordão umbilical coletado de crianças nascidas entre 2003 e 2006, Shelley H. Liu, do Mount Sinai, e sua equipe utilizaram uma abordagem não direcionada para detectar PFAS, em vez de uma triagem baseada em uma lista predefinida. Ao ampliar a análise, eles conseguiram detectar uma gama maior de PFAS no sangue, e descobriram 42 substâncias químicas permanentes confirmadas ou possivelmente presentes no organismo, muitas das quais não são normalmente investigadas em exames de detecção. Embora os efeitos de muitas dessas substâncias químicas na saúde ainda sejam desconhecidos, os PFAS têm sido associados a complicações na gravidez, defeitos de desenvolvimento, baixo peso ao nascer, câncer e outras doenças (nt.: além do flúor deslocar o iodo do hormônio materno tiroxina, das tiroides, imprescindível para o desenvolvimento do sistema nervoso central/cérebro, dos embriões/fetos, podendo ocasionar retardo mental – ver documentário em nosso website: ‘Amanhã, seremos todos cretinos?’).
“Nossos resultados sugerem que a forma como medimos os PFAS realmente importa”, disse Liu em um comunicado. “Quando analisamos de forma mais abrangente, vemos que os bebês são expostos a muito mais substâncias químicas PFAS antes do nascimento do que imaginávamos anteriormente — e alguns dos padrões que pensávamos compreender podem mudar.”
É uma descoberta surpreendente, mas Liu espera que essa nova estrutura forneça uma base sólida para dar aos pesquisadores espaço para avançar.
“Por ora, este trabalho ajuda a estabelecer a base científica”, explicou Liu. “Nosso objetivo é avançar em direção à identificação e prevenção precoces, especialmente durante períodos sensíveis como a gravidez.”
Olhando para o futuro, Liu identificou vários caminhos promissores para pesquisas futuras, incluindo a investigação dos efeitos na saúde desses produtos químicos pouco estudados e se níveis mais elevados de exposição no início da vida levam a complicações adicionais mais tarde.
Afinal, os bebês cujas amostras de sangue do cordão umbilical foram utilizadas no estudo agora estão na faixa dos 20 anos.
Tradução livre, parcial, de Luiz Jacques Saldanha, março de 2026