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Disruptores endócrinos.

Os disruptores endócrinos são substâncias químicas que podem interferir com o sistema endócrino dos organismos e produz efeitos adversos ao desenvolvimento, à reprodução e aos sistemas neurológico e imune tanto nos seres humanos como na vida selvagem. Uma ampla gama de substâncias, de origem natural e artificiais, estão sendo considerados como geradores de desfunção endócrina, incluindo farmacêuticos, as dioxinas e os compostos do tipo da dioxina, os PCBs/policloretos bifenilos, o DDT e outros agrotóxicos. além dos plastificantes como o Bisfenol A. Os disruptores endócrinos pode ser detectados em muitos produtos de uso cotidiano – incluindo garrafas plásticas, enlatados de metal para alimentos, detergentes, retardadores de chama, alimentos, brinquedos infantis, cosméticos e agrotóxicos.

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Os Ftalatos Estão por Toda Parte e os Riscos sobre a Saúde Preocupantes. Quanto São Eles Realmente Prejudiciais?

Nos últimos tempos, parece que a cada semana está sendo publicado um novo trabalho dos impactos sobre a saúde provocados pelos ftalatos. As substâncias químicas sintéticas estão por toda parte: estão sendo usadas em todos os produtos, indo dos produtos de limpeza doméstica, às embalagens de alimentos passando por cosméticos, perfumes e artigos de cuidado pessoal.

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SAÚDE-Semeando o Microbioma do Nenê.

Microrganismos de nosso trato gastrointestinal desempenham um papel integral em nossa saúde, afetando tudo, de nosso peso corpóreo e nossa nutrição, a doenças crônicas de todos os tipos. A comunidade de microrganismos intestinais de cada indivíduo é única e as bases para esta flora está posta desde o nascimento. A forma de nascimento de uma criança afeta o perfil microbiano do recém nascido. Este é um argumento para a existência do nascimento vaginal em oposição à cesariana, já que será através da passagem pelo canal vaginal que, ao nascer, o nosso bebê é “semeado” com os microrganismos.

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Agressão ao homem – Documentário.

Documentário inglês feito pela BBC, no início dos anos 90, aqui dublado e editado, que mostra, como uma sequência às descobertas de cientistas que já vinham desde os anos 40 e 50, após o início do uso massificado de moléculas artificiais, o que está se plasmando numa dramática constatação: estamos vivendo num mar de estrogênios. Não naturais, mas artificiais, persistentes e bioacumulativos. É contemporâneo à publicação do livro de Theo Colborn e outros, Our Stolen Future, em 1996 nos EUA, e editado no Brasil, em 1997, pela Editora L&PM, intitulado O Futuro Roubado.

Todos estes fatos foram os grandes inspiradores deste site.

A partir do conhecimento, por seu organizador, deste material, livro e documentário, passa a difundir e divulgar sob todas as formas, este assunto a todos aqueles a quem tem podido acessar.

Ao ver o presente documentário, o leitor ficará a par do que estamos enfrentando como sociedade globalizada, pelo uso negligente, indiscriminado e irresponsável de substâncias artificiais que jamais foram criados pela harmonia planetária e que estão em praticamente todos os produtos de consumo diário.

Segue-se a estes aspectos, dai para frente, de que estas substâncias artificiais, xenoestrogênios ou disruptores endócrinos, passam a ser consideradas pela ciência moderna como obesogênicas e geradoras da síndrome do espectro do autismo, onde, nesta gama de desordens, estão a hiperatividade, o déficit de atenção, a dislexia, dentre outras disfunções neurológicas.

O número de crianças que nascem, a partir desta opção de consumo global, com funcionamento anormal de seus sistemas endócrino, imunológico, cerebral e reprodutor, dispara.

Soluções existem. Basta que se retorne às moléculas naturais. E nós que moramos num país como o Brasil, onde temos todas as matérias primas que foram substituídas pelas réplicas feitas pelos laboratórios das agora imensas e monopolistas transnacionais do hoje chamado primeiro mundo, é muito mais fácil. Temos que dar um basta a esta transposição em nome de um falso progresso, gerado a partir dos anos 50 do século XX, ao final da IIª Guerra Mundial, como decorrência de uma mudança do geocolonialismo que se iniciou na metade do século XIX, e voltarmos àquilo do qual somos guardiães planetários, as moléculas naturais as quais temos permitido sermos roubados desde o século XVI.

Ao tomar conhecimento deste assunto, e sabedor de que existem opções que estão à nossa frente, continuar consumindo o que é patenteado, onde tem só um dono além de artificial, será pura e exclusivamente por uma decisão, agora consciente, daquele que se encontrar diante de uma prateleira qualquer e abdicar de sua condição de cidadão de ler, entender para então dizer sim ou não a esta falácia civilizatória.

Convite do organizador do site.